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Comunicar uma marca sem o foco nas vendas? Sim, é possível!

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Atualmente atravessamos uma Era em que todas as marcas, empresas e organizações sentem a necessidade de correr atrás do grande desenvolvimento tecnológico e da globalização informativa.
Tendencialmente, sendo mais fácil para os mercados privados acompanharem esta rápida evolução, são também hoje as organizações e instituições públicas e sem fins lucrativos que tentam de igual modo investir na sua imagem e na sua forma de contactar com o seu público.

Na LOBA já sentimos esta necessidade e vontade, com a chegada diária de instituições e organizações que desejam ser reconhecidas não só pela sua função, mas também pela sua marca. A importância desta já começa a ser (finalmente) reconhecida.
É neste contexto que teremos de construir uma estratégia de comunicação, que implica um conceito diferenciador, cujo objetivo final é o aumento positivo da relação desta organização com o seu público-alvo, não se limitando a utilizar os canais institucionais tradicionais.
Para a LOBA, e mesmo ainda em fase de avaliação do projeto, o processo de gerir e de construir uma marca de uma organização ou instituição terá de passar obrigatoriamente por 3 fases:

  1. Análise interna

    Compreender a função, o conceito e o posicionamento vai ajudar numa primeira avaliação de entendimento do “produto” e do comportamento desta instituição. Há vícios (sim, vícios de comunicação) que as próprias não admitem ter e apenas alguém de fora consegue identificar.
    Para todos os pais, o seu filho é sempre o mais bonito, não é? Nas organizações é igual. O que acontece com um Presidente ou com um Gestor de uma organização, é que ele pode ter algumas dificuldades em entender que a sua estrutura tem pontos a melhorar. Daí ser de grande importância analisar a real perceção que o seu público tem desta organização. Dos questionários online às entrevistas presenciais, na LOBA acreditamos que esta é uma etapa essencial de análise.

  2. Benchmarking

    Numa segunda fase, antes de construir e definir a estratégia da marca, importa ainda analisar e estudar instituições semelhantes à nossa (benchmarking).
    Nestes processos, conseguimos observar o que de melhor e pior se faz, tirando partido dessa informação para melhorar as ações que poderemos vir a desenvolver.
    A procura das melhores práticas já existentes ajuda-nos não só a realizar uma melhor forma de comunicar, mas também a analisar o que não se deve fazer por já ter sido tentado por uma outra organização, poupando tempo de experimentação.

  3. Estratégia de Comunicação da Marca

    É aqui que se conjugam os elementos mais diferenciadores e a essência da marca para criar uma estratégia de comunicação bem sucedida e alinhada com o contexto de cada marca.
    A proposta de valor tem de ser o ponto marcante de contacto com o seu público, que em diversas situações pode ser a sua própria história, o seu fundador, a forma como se relaciona com as pessoas, ou como se comporta no mercado.
    Este vai ser o ponto que tornará a marca diferente, e por isso, inesquecível para todos.

Ações de comunicação consistentes e articuladas

Sem que o seu público sinta uma drástica mudança na forma de comunicar (um ‘antes’ e um ‘depois’ muito claro), queremos e fazemos com que se perceba que a identidade base da organização é a mesma e que foram apenas realizadas ações de melhoria para benefício do seu público.
Desta forma, analisamos e testamos se o público da instituição entenderá este processo de melhoria, criando uma maior ligação e, até, maior confiança entre ambas as partes.
Vejamos este exemplo: se o fundador dessa instituição é a base do seu crescimento, então vamos impulsionar essa mensagem e dar relevo, nunca cortando de forma radical com o passado da empresa.

Tudo isto termina com uma etapa – fazer com que todos, dos colaboradores e administração ao público em geral, sintam a essência da marca, a sua missão e o que simboliza.
Mais do que comunicar uma marca, a LOBA quer fazer com que todos a entendam, sintam e incorporem.

Ainda não começou a pensar na estratégia de comunicação da sua organização? Fale connosco!

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