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A capacidade de adaptação: Casos da Salesforce e LOBA

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LOBA, Salesforce

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Conforme já falámos em anteriores artigos de blog, na LOBA passámos de 4 escritórios para 100, e de estar a trabalhar num escritório com mais 10,20 ou 50 pessoas para um ambiente familiar. Isto obrigou a adaptações, seja no novo escritório, em casa, seja a nível de horários de trabalho, entre outros.

Até a integração de novos lobáticos na empresa sofreu ajustes. Aspetos como a forma como gerimos o calendário, os formatos das reuniões ou a regularidade na comunicação dentro das equipas, foram também alvo de mudanças.

As mudanças do nosso dia-a-dia foram drásticas, mas ser LOBA continua a significar o mesmo. Aquilo a que chamamos e acreditamos que é ser Lobático mantém-se.

E quais devem ser as prioridades de cada um de nós? Os colaboradores da Salesforce partilham-nas connosco num tweet:

No fundo, cada um de nós tem estas prioridades sempre presentes, embora nem sempre nos pareçam tão evidentes como em tempos de crise. E o mesmo se aplica às empresas que já contam com uma história de largos anos – têm que adaptar-se sempre ao momento atual e às diferentes circunstâncias. 

Mas estas empresas sabem sempre que o que as diferencia são as pessoas. São elas que, na realidade, se adaptam, que criam inovação e que fazem a empresa crescer.

De tempos em tempos precisamos de nos recordar que o que faz uma história durar é o número de pessoas que acreditam nela.

Uma empresa, tal como um país, religião ou até mesmo o dinheiro, só têm valor se existirem pessoas em número suficiente a acreditar neles e na sua história.

Passemos para casos práticos. Ao longo do tempo é possível ver como algumas empresas se foram adaptando à mudança. É o caso da Salesforce, empresa que começou por se dedicar às vendas e que foi crescendo e adaptando-se, sendo hoje uma empresa capaz de proporcionar uma experiência 360 ao cliente.

Numa análise paralela, também a LOBA tem feito a sua evolução no mesmo sentido, prestando serviços em cada vez mais áreas, intervindo em todas as fases e etapas de um negócio.

Quando é feita uma análise a algumas ações que foram tomadas em resposta ao momento atual, podemos ver que, tanto a LOBA como a Salesforce tiveram prioridades muito idênticas.

A Salesforce lançou o Salesforce Care, onde as suas prioridades estão bem definidas:

  • Apoio a colaboradores e clientes
  • Ferramentas para pequenas empresas
  • Apps e ecossistema de parceiros
  • Soluções para o setor da Saúde  

 

No caso da LOBA, a aposta resume-se essencialmente a alguns pontos chave:

 

Agora que as empresas estão a começar a pensar no retomar de toda a atividade, a Salesforce criou o work.com, que tem uma série de soluções para auxiliar a reabertura das empresas.  

Pode ajudar as empresas a:

  • Monitorizar o regresso ao trabalho
  • Acompanhar as interações para minimizar o risco de contágio
  • Gestão da resposta a emergências
  • Avaliação do bem-estar dos colaboradores
  • Gestão e planeamento de turnos, ou visitas de clientes

 

Toda esta análise faz-me pensar que eu acredito muito em duas histórias, tanto na da Salesforce como na da LOBA. E acredito essencialmente por três fatores: o foco nas pessoas, a cultura empresarial e a capacidade de adaptação.

E a si mesmo, já colocou a pergunta: “Qual é a minha capacidade de adaptação?”

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